Metodologia

Esta página explica, de forma concreta, o processo que usamos para pesquisar, avaliar e publicar cada artigo do Dicas para Mães — não um resumo genérico de “compromisso com qualidade”, mas os passos reais que aplicamos.

1. Pesquisa e evidência

Antes de escrever, reunimos as fontes relevantes ao tema e organizamos, para cada afirmação relevante, qual fonte a sustenta — não citamos uma fonte de forma decorativa. Priorizamos, nesta ordem: (1) órgãos oficiais brasileiros (Ministério da Saúde, MDHC, MEC, legislação), (2) sociedades profissionais (Sociedade Brasileira de Pediatria e equivalentes), (3) diretrizes internacionais reconhecidas (OMS, UNICEF, academias médicas), (4) literatura científica revisada por pares, (5) fontes secundárias confiáveis (hospitais, universidades). Nenhuma fonte é “padrão universal” — escolhemos a fonte pela autoridade real sobre o tema específico, não por hábito.

2. Classificação de risco

Todo artigo recebe um nível de risco editorial — Baixo, Médio, Alto ou Crítico — conforme o quanto o tema pode influenciar decisões de saúde, segurança ou desenvolvimento infantil. Temas como medicação, diagnóstico, engasgo, convulsão, abuso ou violência elevam automaticamente o risco, independente de outros fatores. Essa classificação determina quantas fontes exigimos, que cuidado de linguagem aplicamos, e se o conteúdo pode ficar indexável antes de revisão profissional.

3. Redação

O conteúdo é escrito seguindo um formato consistente — resposta direta, contexto, o que pode acontecer, o que fazer, o que evitar, quando procurar ajuda, fontes — adaptado à profundidade real que o tema exige. Não usamos um número fixo de palavras como meta; usamos a pergunta real do leitor como critério: se, depois de ler, a pessoa ainda precisaria buscar no Google a mesma dúvida principal, o artigo não está pronto.

4. Revisão de segurança (YMYL)

Conteúdo sobre saúde, segurança ou desenvolvimento infantil passa por uma checagem específica: linguagem determinística indevida (ex.: tratar um sinal isolado como diagnóstico) é rejeitada e reformulada antes da publicação, mesmo que a estrutura do artigo já esteja completa.

5. Revisão editorial

Antes de publicar, verificamos se o artigo responde de fato à pergunta principal e às dúvidas secundárias mais prováveis, se as fontes citadas sustentam as afirmações feitas, e se a linguagem é seria seguro para o nível de risco classificado.

6. Publicação e transparência de status

Artigos de risco Baixo são publicados diretamente. Artigos de risco Médio, Alto ou Crítico são publicados com um aviso visível informando que ainda não passaram por revisão profissional — nunca escondemos essa informação, e artigos de risco Alto/Crítico não revisados ficam fora de indexação (sem aparecer no Google) até que a revisão aconteça.

7. Revisão profissional

Quando um profissional habilitado (pediatra, obstetra, psicólogo infantil, fonoaudiólogo, entre outros, conforme o tema) revisa, aprova ou solicita correções em um artigo, isso fica registrado publicamente no próprio artigo — nome, credencial e data. Nunca atribuímos revisão profissional a alguém que não revisou de fato o conteúdo publicado.

8. Atualização e correções

Conteúdo de risco mais alto é revisado com mais frequência (a cadência exata depende do nível de risco). Erros identificados são corrigidos assim que encontrados; correções relevantes ficam registradas na data de atualização visível no artigo.

9. Uso de inteligência artificial

Parte do nosso processo de pesquisa, organização e redação é auxiliada por inteligência artificial, sob supervisão editorial em cada etapa. Ver nossa Política de Uso de IA para o detalhamento completo.

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